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#Citações: Hello Kitty Must Die

por Cláudia Matos Silva, em 24.02.14

 

"Talvez não fosse assim tão mau ser freira. Três refeições por dia, uma casa decente, uniforme e não tinha de me preocupar com as constantes mudanças na moda. Até seria possível esconder um "bad hair day" debaixo do véu. Imagine-se o dinheiro que uma miúda poupa em maquilhagem, productos para o cabelos, joalharia e sapatos. E a única coisa que precisa fazer, é fingir que ama jesus. E por mais que sorria para um homem, nenhum esperaria que pulasse a cerca. Só um idiota se atreveria a irritar jesus."

 

«Hello Kitty Must Die» Angela S. Choi

publicado às 14:38

O meu santuário fica em nenhures

por Cláudia Matos Silva, em 24.02.14


Almada

publicado às 14:36

Sonhos vestidos a rigor para mais uma noitada

por Cláudia Matos Silva, em 24.02.14


Passo as noites a sonhar. Sonho a dormir, ferrada mesmo. São tantos os sonhos durante uma só noite, acordo transtornada, estoirada, cansada. Já me aconselharam a dormir com um bloco de notas e uma caneta ao lado da cama e assim anotar todo e qualquer sonho recambolesco. Mas são tantos e tão intrincados, perco minutos indinfáveis a descrever o que não tem explicação, a não ser que Freud me pudesse acolher no seu bolorento sofá verde. Vejo-me numa encruzilhada, ou durmo e sonho ou fico acordada a escrever, as duas coisas são incompatíveis para quem se quer com uma vida activa e útil. Escrever sobre os sonhos é escavar demasiado fundo no subconsciente, é pôr o dedo na ferida, lembrar que a consciencia não dorme sobre todo e qualquer dos nossos actos. Por isso o melhor de tudo isto é acordar, mesmo que drenada, mas com a certeza que cinco minutos depois como por artes magicas, nenhum dos sonhos consta na minha memória. É claro, à noitinha, quando as defesas estão em baixo, ele, aquele sonho terrível voltará, para me lembrar das minhas faltas. Porque os sonhos nada mais são do que as nossas sentinelas e as minhas vestem-se de negro e plumas. Não podiam ser uns sonhos quaisquer, ora essa. 

publicado às 09:48



...e ele tem essa noção. Oeiras, tarde de sábado e ali estava o senhor felpudo que a princípio julguei um exemplar Kitler (mas não é, falta-lhe a mancha negra debaixo do narizito), lembrando-nos onde reside a verdadeira beleza. Mesmo o vádio, anda aos caixotes, bicho de ninguém mas admirado por toda a gente sente que o mundo fica muito mais bonito com a sua presença. Não é por isso de estranhar a sua imposição, a que nem todos são tolerantes; entre os que pensam dos gatos traiçoeiros ou preferem cães ou mesmo a tal espécie, perdoem-me mas recuso-me chamar-lhes pessoas aos que não gostam de qualquer tipo de bicho e até escarnecem dos que devotam a sua atenção aos patudos. Tenho certo, quem não gosta de animais também não pode gostar de pessoas e quem os abandona, um dia irá fazer o mesmo à pessoa que caminha a seu lado. Sem dar moral, há frases míticas que acabam por se tornar verdades absolutas, das duas uma, ou  há grandes mestres da adivinhação, vulgo pensadores,  ou o ser humano é tão previsível e mesquinho capaz de fomentar  com a sua falta de carácter trágicas inevitabilidades. Por isso as conclusões de Gandhi não foram  assim tão brilhantes quando opiniou acerca da forma como tratamos os nossos bichos, ser apenas reflexo da nossa civilização. Direi que é mais falta de civilização. 

publicado às 09:19

Baby Pirosa

por Cláudia Matos Silva, em 21.02.14

 

Uma cat person é tão patética que gosta de espalhar aos sete ventos que toda a liberdade que aparenta é isso mesmo, aparente. Factualmente no lar, entre os lençois, há um gato ditador que comanda a sua doce escrava. Como numa dessas novelas da Globo, a escrava apaixona-se pelo seu "senhor", o das barbassas, longos bigodes e quando lhe é prometida a carta de alforria, fibrante ela recusa. A escrava, quer ser escrava e compromete-se.  Na accessorize encontrei o que precisava para que todo o mundo saiba, o meu coração tem dono. O meu nome só não é Isaura por acaso. 

publicado às 09:34

E quando quero ver aquele amor meu...

por Cláudia Matos Silva, em 20.02.14


Audrey Hepburn

publicado às 14:59

publicado às 14:50

Cinquenta e cinco

por Cláudia Matos Silva, em 20.02.14


Os pequenos prazeres são determinantes para um bom dia. Acordar com o pé direito, tomar o pequeno almoço enquanto o gato se esfrega nas pernas, rodopiar entre várias camadas de roupa e a dificil escolha de um traje adequado ao frio que tem feito para depois sair para o que designo de puro prazer, afinal nem toda a gente tem a sorte de exercer a profissão dos seus sonhos. Ainda tenho tempo de parar num pequeno tasco, deixo o carro em segunda fila com os piscas ligados. A cidade não dormita,  quando chego ao balcão já o meu café está a sair, cinquenta e cinco cêntimos, um achado. Desfaço-me das moedas pequeninas e com a leveza de um passarinho salto galho a galho com o céu de Lisboa a clarear. É mais um dia. 

publicado às 08:55

Baby Pirosa

por Cláudia Matos Silva, em 20.02.14


Grandes ideias para acessórios estilizados, o meu coração não se compara com mais nenhum. Já perdi as vezes que tem sido elogiado por desconhecidos. Numa altura em que se diz que faz bem à saúde falar com estranhos talvez o meu coração potencie algum bem estar no dia a dia, tão simplesmente por estar no meu peito. A L. ofereceu-me há uns anos, ao que parece a mãe tem jeito para as artes manuais e de um monte de botões perdidos e um pedaço de tecido em forma de coração fez-se uma pregadeira original. 

publicado às 08:08

É o que nos reserva o futuro

por Cláudia Matos Silva, em 19.02.14

publicado às 17:55



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