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Há que deixar 'um gajo' ser realmente 'gajo'

por Cláudia Matos Silva, em 02.12.14

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Entre amores e desamores, há lições que tenho aprendido na convivência a dois. Não devemos moldar o nosso homem à nossa imagem ou ao que nela projectamos. Gostamos que nos acompanhem, em alguns momentos, nos afazeres delicados e vincadamente femininos. Em troca, e uma relação é feita de permanente negociação, temos a obrigação de os deixar ser 'gajo' ou corremos o risco de partilhar o tecto com um pobre castrado, a quem um dia num instante incendiário, porque nem tudo são rosas e macarrons, acusaremos de ter perdidos os 'tintins'. Chafurdaremos na questão para magoar com requintes de malvadez 'quando é que perdeste os tomates?', e recusamos a única verdade, por amor aquele homem anulou-se e passou a ser apenas 'nós'. E nessa dupla, a início imbatível, é inevitável que um dos egos se imponha, e se fôr o nosso, é quase certo que manipularemos o nosso homem ao ponto dele próprio chorar os seus testículos e arrepender-se amargamente de o ter permitido. 

 

MEC diz numa das suas crónicas 'uma gaja não é um gajo, e um gajo não é uma gaja'. E moderadamente, porque a fanfarronice também pode destruir a harmonia de qualquer casal, libertemos os nosso homens, deixá-los ser 'gajo' à boa maneira e com tudo a que tem direito. 

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publicado às 21:24



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