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Ideias para um bom fds, é para seguir à letra

por Cláudia Matos Silva, em 28.02.14

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publicado às 09:56

Molly sua safada

por Cláudia Matos Silva, em 26.02.14


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publicado às 18:14

Faz-te gato, pá.

por Cláudia Matos Silva, em 25.02.14

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publicado às 22:45

Assuntos para ser levados a sério

por Cláudia Matos Silva, em 25.02.14
Atenta aos graffiti que pintalgam os nossos muros, encontrei uma espécie de auto-retrato. Não espantem o bigode, há demasiada testostenona em mim cuja interpretação para uma ilustração acertada, um farfalhudo numa menina que se recusa a crescer e cuja grande obsessão são os doces. A tendência é para ironizar com as minhas fraquezas, não encontro outra alternativa, mas o assunto, compulsão alimentar, não é para grandes brincadeiras. Há uns tempos escrevi sobre o tema, depois fartei-me, como me farto de quase tudo na vida e neste momento julgo ser de alguma utilidade partilhar como consegui perder 30 quilos e a receita para manter o peso estável. É serviço público, por alguém que tão pouco se leva a sério, mas é atenta o suficiente para entender que a seu lado há um mundo de gente que sofre desta terrível compulsão que muitos desvalorizam, culpabilizando o gordito por se ter abandalhado. 
Primeira lição. Ninguém é gordo porque quer. Ele pode rir, brincalhar, é a alma da festa, o primeiro a fazer piadas de gordos, mas nos momentos de solidão quando se olha ao espelho, cai em si e sente-se um falhado. 
Segunda lição. Genericamente, a única culpa do gordinho é da maldita genética que lhe coube em sorte. 

Pensem, culpa-se alguém por ser ruivo, ter nariz torto, orelhas grandes ou mãos pequenas?

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publicado às 16:07

Será que alguém já leu realmente a Biblía?

por Cláudia Matos Silva, em 25.02.14

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publicado às 16:04

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publicado às 09:34

Baby Pirosa

por Cláudia Matos Silva, em 25.02.14


Acessórios para o cabelo, indispensáveis nessa fase que me sinto puto reguila com o meu novo "hairdo", flores coloridas são as minhas favoritas. Sou forreta e não gosto de abrir os cordões à bolsa por uma peça que qualquer pessoa com jeito para artes manuais faria por metade do peço. É dinheiro que choro em especial lojas para crianças ou adolescentes como a Claire's, as peças estão disfarçadas de baratas mas não são. Não contam com o dinheiro do público a que se destinam mas dos pais das meninas caprichosas, que lá vai largando a nota, por malinhas com a fronha da Hello Kitty entre outros acessórios de gosto questionável. Encontrar esta flor a 1euro, não é preço que me leve às nuvens, mas feitas as contas ao uso que lhe darei, é já um investimento ganho. 

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publicado às 08:45

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publicado às 07:58

Pequenos traços de carácter...capilar

por Cláudia Matos Silva, em 24.02.14
Uma das muitas coisas boas em ser mulher, não nos melindramos por olhar umas para as outras, bem pelo contrário faz de nós atentas. Entre os homens, uma análise mais cuidada seja no balneário ou quando se enfrascam no tasco do bairro a ver futeboladasé passível de ter interpretações pouco abonatórias às respectivas masculinidades, que fazem questão de manter incólume. Nós mulheres borrifamo-nos para isso, vamos à casa de banho juntas, gostamos de nos olhar nuas, partilhar roupa e intimidades sem qualquer melindre. Uma vez a cabeça arrumada nada há a temer. 

Quando olho para uma mulher, se olho e muito, adoro vê-las de cabelos curtos e desordenados. Lábios bem torneados mas com um simples gloss, base bem aplicada, sombra discreta, o blush mesmo nas maçãs do rosto e ali vai ela emanando frescura e assim dá expressão à máxima que agora se lê nas redes sociais "less is the new more".

Cortei o cabelo, curto, num estilo tão inquieto como a minha própria psique, mas a melancolia dos longos cabelos ao vento afecta-me todos os dias. Lembro a variedade de penteados que inventava, criações de trazer por casa e que tantas vezes saiam à rua para causar sensação. E agora, o que me resta? Ponho ganchos, bandoletes, lencinhos mas nada parece resolver esta nostalgia dos longos cabelos. Então num casual café com E., diz-me apenas que mulheres de cabelo curto revelam carácter e personalidade forte e que dificilmente são confundidas com as demais que se misturam entre a fila para o metro ou na passadeira quando o sinal verde se abre. Personalidade nunca me faltou, e embora admita que o corte de cabelo mais não tenha sido que um acto precipitado, é sem dúvida reflexo do meu carácter às vezes irreflectido e taralhoco, sempre soube que não deixaram de gostar de mim por tão pouco.

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publicado às 20:29

Satanás não tem problemas de desemprego

por Cláudia Matos Silva, em 24.02.14

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publicado às 18:54

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